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Grupo português Feel estreia no Brasil com aposta no turismo corporativo em São Paulo

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Líder em short stay em Portugal, holding estreia operação internacional na região da Paulista e mira 200 unidades até 2026 com foco em bairros estratégicos para negócios.

A holding portuguesa Feel, especializada em hospitalidade e líder em hospedagens de curta duração no Porto, escolheu São Paulo para dar o primeiro passo de sua expansão internacional. A cidade foi selecionada por seu alto potencial no turismo corporativo e baixa concorrência no modelo de short stay, segundo Nuno Trigo, co-CEO e fundador do grupo.

A estreia acontece com a gestão de um edifício na região da Avenida Paulista, mas os planos são ambiciosos: ao menos três novos imóveis devem ser adicionados ao portfólio até o primeiro semestre de 2026, somando cerca de 200 unidades. A operação brasileira foi batizada de Feel Sampa e foca nos bairros com maior fluxo de executivos e negócios, como Jardins, Paraíso, Vila Mariana, Brooklin e Moema.

Diferentemente de outras startups do setor, como a brasileira Charlie, a Feel não pretende adquirir imóveis diretamente, mas atuar com parceiros internacionais já habituados ao modelo europeu de operação sem incorporação. “Participamos de todo o processo decisório do destino do imóvel, mas não misturamos operação com propriedade”, afirma Trigo.

A consultoria paulistana Olimpia Corp ajudou a viabilizar a entrada no mercado com a locação integral do primeiro prédio, anteriormente operado de forma informal por um proprietário local. O modelo de sublocação, somado à gestão profissional, promete transformar o ativo em uma operação de alta rentabilidade.

Ainda que o plano inicial envolvesse captação de até R$ 400 milhões com incorporadoras locais, o modelo brasileiro de liquidez imediata no setor imobiliário impôs adaptações. Agora, a consultoria atua na prospecção de imóveis e na atração de capital estrangeiro para futuras aquisições. A expectativa é que, nos próximos três anos, a Feel consiga alocar entre R$ 100 milhões e R$ 300 milhões com investidores internacionais no Brasil.

Gustavo Fleming Martins

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