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Copa e eleições deverão estimular a indústria gráfica

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Copa e eleições deverão estimular a indústria gráfica

 

Em paralelo à incansável luta de nossas entidades de classe em defesa de medidas destinadas à recuperação da competitividade da indústria gráfica, é fundamental nos dedicarmos a uma agenda positiva. Tal atitude abrange não só a gestão das gráficas e a prospecção do mercado, como o aproveitamento de todo o potencial do calendário de eventos do Brasil, em geral, e de nosso setor, em particular. 

 

No tocante à gestão, é pertinente lembrar as ponderações de especialistas e as recomendações da literatura sobre o tema: distintos estudos e levantamentos sobre o desempenho das empresas no enfrentamento das crises econômicas indicam a obtenção de melhores resultados por aquelas mais avançadas quanto à gestão. É muito importante, portanto, observar os cinco elementos essenciais do bom desempenho empresarial: controle; caixa; custos; processo; e risco. São esses itens que indicam os itens e requisitos dos quais não se pode prescindir em tempo algum. 

 

Tais cuidados contribuirão muito para que as gráficas superem-se e aproveitem melhor as oportunidades que certamente serão abertas pela Copa do Mundo de 2014. Deverá eclodir toda uma demanda de produtos licenciados ou simplesmente com temas livres ligados ao futebol. Em todos os municípios brasileiros deverão surgir espaços para impressos comerciais, boletins e jornais, embalagens, cartazes, puzzles e baralhos, envelopes, material de escritório e outros impressos temáticos. Não vamos ficar esperando o cliente pedir. É hora de ser proativo e propor ideias. 

 

Outro fator de estímulo ao mercado é a realização de eleições, em 2014, para presidente da República, governadores, deputados federais e estaduais e senadores. Como se sabe, as campanhas eleitorais representam demanda extra para as gráficas. Também é significativa a perspectiva mercadológica atrelada ao crescimento da escolaridade, redundando num potencial crescimento da compra de livros, cadernos e materiais pedagógicos. Em 2012, conforme acaba de indicar pesquisa da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), verificou-se crescimento dos títulos científicos, técnicos e profissionais. As pessoas estão investindo em conhecimento para incrementar suas carreiras. Obviamente, a indústria gráfica terá reflexos positivos dessa tendência à medida que as políticas públicas contribuam para que os livros sejam impressos no Brasil e não no exterior. 

 

No âmbito de nossas entidades, o calendário de eventos do segundo semestre também contribui para estimular o mercado. Teremos o 3º Prêmio Abigraf de Sustentabilidade, coordenado pela Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG). Seu objetivo é incentivar a responsabilidade socioambiental. Excepcionalmente nesta edição, a cerimônia de premiação será no dia 26 de novembro, na abertura do 23º Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini, no Espaço das Américas em São Paulo.

 

Este, aliás, é cada vez mais valorizado, nacional e internacionalmente, pelo nível dos trabalhos apresentados e o reconhecimento amplo como parâmetro de excelência do impresso brasileiro. Já rompeu a barreira de 1.500 produtos inscritos e tem o certificado ISO 9001:2008, que avaliza o seu processo de premiação. A cerimônia de entrega é considerada a maior festa da indústria gráfica no mundo. Também se realiza, em agosto, a Office Brasil Escolar, maior feira do continente americano em produtos para papelarias, escritórios, escolas e revendas de informática. Trata-se de um evento de negócios, apoiado pela Abigraf, dirigido ao varejo nacional, mercado corporativo, instituições de ensino, compradores internacionais e todos os profissionais desses segmentos.

 

É importante investir nessa agenda positiva, pois ela poderá contribuir para revertermos as adversidades mercadológicas. Afinal, garra, superação e imensa capacidade de trabalho são marcas indeléveis do empresariado gráfico brasileiro!

Empresário Digital

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