Compartilhe com sua comunidades

Turbi cresce no setor de locação e capta R$ 322 milhões para expansão

Startup amplia frota e projeta IPO enquanto avança no mercado nacional

A Turbi, quarta maior locadora de veículos do Brasil e única entre as líderes sem capital aberto, anunciou uma captação de R$ 322 milhões para expandir suas operações. A rodada de investimentos foi estruturada em dois formatos: R$ 72 milhões via venture capital e R$ 250 milhões por meio da emissão de debêntures.

Com um modelo digital e foco na locação flexível, a Turbi permite que clientes retirem e devolvam veículos em pontos estratégicos da cidade, aumentando a taxa de utilização por carro. O crescimento da empresa acompanha um plano de expansão que já inclui a diversificação de receitas, como a venda de seminovos, responsável por R$ 100 milhões anuais com a comercialização de 1,2 mil veículos.

A frota atual da Turbi conta com 5 mil carros, ainda distante das líderes do setor. A Localiza opera com 638 mil veículos, a Movida tem 248 mil e a Unidas soma 115 mil. Apesar da diferença, a startup projeta encerrar o ano com receita de R$ 700 milhões e EBITDA de R$ 250 milhões, fortalecendo sua posição no mercado.

A entrada no segmento de venda de seminovos impulsiona a capacidade de renovação da frota e melhora a rentabilidade dos ativos. Com a operação consolidada e sinais de crescimento, a Turbi já avalia a possibilidade de um IPO entre 2026 e 2027, marcando um novo ciclo de investimentos e expansão no setor de mobilidade.

Gustavo Fleming Martins

Informação valiosa, 
no tempo certo

Assine nossa newsletter

Os dados pessoais fornecidos neste formulário serão utilizados exclusivamente para a assinatura da newsletter, ou seja, para receber a revista digital “Empresário Digital” conforme a manifestação de vontade realizada pelo titular ao preencher e encaminhar seus dados.

Anúncio

O fim da Rádio Eldorado não deveria ser interpretado apenas como mais uma perda afetiva do rádio brasileiro. Para líderes de marketing, comunicação e negócios, o caso expõe uma questão...
Existe uma ilusão perigosa circulando nas salas de reunião e nos escritórios de líderes ao redor do mundo. É a ideia de que usar uma ferramenta poderosa equivale a dominá-la....
Este ano completo 20 anos como headhunter. Experiente o suficiente para reconhecer padrões, inquieto o bastante para continuar aprendendo. Talvez este seja o paradoxo da profissão: você aprende a ler...
O avanço da inteligência artificial generativa trouxe uma transformação profunda que vai muito além da produtividade: a industrialização do crime cibernético. Para o ambiente corporativo, a questão deixou de ser...
Se tem uma coisa que eu aprendi em todos esses anos como CEO da Editora Gente e acompanhando a carreira de tantos outros CEOs, empresários e líderes de negócios em...
Cinco anos atrás, dizer "phygital" em apresentação corporativa era um sinal de quem lia tendência antes dos outros. Em 2026, é um sinal de quem chegou atrasado.A categoria mudou de...