Artigos
Foco nas pessoas
Por Marco Marcelino··2 min de leitura
Não existe nada permanente em relação a uma cidade. Assim como organismos vivos, ela está sempre em constante transição. Com a globalização, a competição entre elas cresceu, acelerando ainda mais o ritmo das mudanças.
Muitos governantes têm dado prioridade ao tipo de empresa ou indústria que almejam atrair para o município. Entretanto, experiências recentes revelam que as cidades precisam mudar o foco para o tipo de pessoas que desejam atrair. São elas que geram prosperidade, abrem negócios e constroem comunidades. Se as cidades conseguirem atrair residentes com perfil que se alinham à visão local, especialmente jovens criativos, as empresas, eventualmente, seguirão esses talentos. Tais regiões serão reconhecidas como os locais ideais para novas indústrias e qualidade de vida.
O cenário de contraste entre as áreas urbanas que mais crescem (todas localizadas nos países em desenvolvimento) e as que mais encolhem (muitas situadas na Europa) é desolador. Londres sempre teve um histórico de ser uma supercondutora de talentos, atraindo pessoas de todas as partes do mundo. Entretanto, em 2014, o número de indivíduos com idade entre 25 e 35 anos que deixou a capital foi maior, pela primeira vez em vinte anos, do que o que se mudou para ela. Muitas dos que estão saindo procuram outras regiões do mundo que estão em busca de quem está disposto a fazer parte da população residente e que ofereçam oportunidades de trabalho, desenvolvimento de carreira, cultura e outros aspectos de bem-estar. Hong Kong, Dubai e Berlim são alguns desses destinos.
As circunstâncias são as mais variadas, mas assim que os líderes tiverem identificado quem eles querem atrair — empreendedores, famílias jovens ou pessoas criativas — eles poderão planejar seu futuro e criar estratégias de crescimento adequadas. A cidade de Incheon, na Coreia do Sul, por exemplo, almeja atrair especificamente expatriados, e as autoridades estão, consequentemente...
Por Charles Schramm
Para continuar lendo este artigo, clique no banner abaixo.
Autor
Marco Marcelino
Relacionados
ArtigosO cliente não veio no prompt
Criar um produto ficou mais fácil com a inteligência artificial. Transformá-lo em negócio ainda exige entender pessoas, conquistar confiança e resolver problemas pelos quais alguém aceita pagar.
Por Marco Marcelino
ArtigosEssa é a minha arquitetura pessoal para criação de conteúdo
Alfredo Soares apresenta uma arquitetura de conteúdo que conecta alcance, identidade, consciência, oferta, métricas e conversão.
Por Alfredo Soares
ArtigosO que eu acho realmente chique no atendimento ao cliente
Hospitalidade no atendimento nasce do respeito ao tempo, à individualidade e à dignidade do cliente.
Por Gisele Paula