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AMO MUITO TUDO ISSO

O que podemos aprender com o McDonald ‘s? Como marketeiro no Brasil, eu poderia responder muita coisa. Aqui, a marca é tão antiga e forte, que é bem possível imaginar que, mesmo um brasileiro que não sabe quem é o prefeito da sua cidade, consegue reconhecer um Big Mac, um McLanche Feliz ou mesmo o símbolo dos conhecidos Arcos Dourados.

Mesmo sendo mais off que on (minha área) é impossível ignorar que o Méqui (recém inovação de naming encabeçada pelo Paulo Camargo e o CMO João Branco) dá SHOW de marketing, de marca, venda e comunicação. E é aí que entra o paradoxo que, para mim, é o maior ensinamento da operação brasileira da marca do Palhaço Donald.

Mais do que o marketing, a grande lição que o McDonald’s tem para nos passar, e que impacta todas as áreas da empresa que é case no nosso país, é o nível de IMPORTÂNCIA, ESCUTA E ATENÇÃO que eles dão para as pessoas internas e externas da marca.

Digo isso por experiência própria. Alguns meses atrás, tive a oportunidade de conhecer ambos, Paulo e João em uma das edições do meu programa matinal de negócios e marketing, o “Café com Marketing”.

Como a marca está cada vez mais em voga nos últimos anos, com ações e estratégias como o “Méqui 1000”, “Festa do Pijama no BBB”, “Picanha das Galáxias”, “Méquizice”, entre outras ideias ousadas e geniais que o time do Méqui tem feito em colaboração com os criativos da DPZ&T, o que teria sido um programa com a PARTICIPAÇÃO dos dois virou rapidamente uma SABATINA, um verdadeiro “McCafé com Marketing” como eu mesmo brinquei.

Em poucos minutos de conversa, soltei a provocação “mas e aí, qual é o segredo do Méqui”? A resposta me surpreendeu, principalmente porque eu não só ouvi eles falando isso naquele dia, mas repetindo e mencionando essa mesma filosofia vez após vez, fala após fala, nos últimos meses em que pude conviver com os cabeças da marca dos Arcos Dourados.

“O segredo é ouvir, e se importar, com nossos 2 milhões de clientes diários e, mais do que isso, treinar e se importar também com nossos mais de 50 mil colaboradores, já que somos o primeiro emprego de muita gente e são eles que fazem a empresa”, soltou Paulo Camargo de bate-pronto!

“A gente faz milhares de pesquisas todos os anos, e tenta ouvir o cliente o máximo possível, todos os dias. São eles quem têm as melhores ideias”, completou João Branco.

Realmente me impressionou. Porque de fato, essa é a base do marketing: pessoas. Ouvir o cliente e focar nos replicadores internos da sua marca (os fornecedores, parceiros e, principalmente, os colaboradores) é, de fato, uma “fórmula secreta”. Não do hambúrguer, mas do sucesso do Méqui. E é algo para todos replicamos.

Na minha empresa, Futuro do Marketing, nosso primeiro valor é “Pessoas Primeiro” e quando falo disso com meu time, estou SEMPRE dando o exemplo do McDonald ‘s, porque o mais legal não é só ver uma marca gigante se importando com isso, mas colocando como prioridade no orçamento, no organograma, nos objetivos e no planejamento. É isso que constrói a paixão que vejo no Paulo, no João e nos milhares de colaboradores, clientes e fãs da marca. É assim que se faz, de verdade, um lugar que o cliente e os funcionários podem amar.

João Bogado

criando o ecossistema de saúde para diabetes na América Latina

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