InovaçãoNegócios

O elo entre a NASA e o protetor solar ISDN

Por Gustavo Fleming Martins··1 min de leitura
O elo entre a NASA e o protetor solar ISDN

Como a experiência de Juan Naya na NASA impulsionou a inovação nos produtos de cuidados com a pele da ISDIN

Juan Naya, CEO da ISDIN desde 2016, trouxe para a marca de cosméticos uma visão única, fruto de sua trajetória profissional anterior na NASA. Graduado em Física e com doutorado em Astrofísica e Tecnologia Espacial, Naya trabalhou no centro aeroespacial dos Estados Unidos até 2004. Sua experiência no estudo das radiações gama e o uso de equipamentos de proteção durante experimentos com substâncias radioativas despertaram nele um profundo entendimento sobre a importância da proteção eficaz da pele, sem comprometer suas propriedades cosméticas.

A ISDIN, com 45 anos de tradição no mercado de cuidados com a pele, alavanca a expertise de Naya para desenvolver produtos que aliam eficácia e conforto, atendendo às demandas de consumidores exigentes. Um dos pilares da marca é promover a saúde da pele, mental e ambiental, refletidos em iniciativas como o "Movimento Skin", que envolve ações educativas globais e parcerias com atletas como Carlos Alcaraz, e o "Planet", voltado para a preservação dos mares e oceanos. Este último inclui a aliança "Bluewave", que une esforços de artistas, cientistas e engenheiros para retirar 200 toneladas de plástico do Mar Mediterrâneo em 2024.

A ISDIN mantém uma forte presença na América Latina, com destaque para o Brasil, um dos mercados mais avançados em cuidados com a pele. A marca planeja lançar novos produtos no país, incluindo um produto corporal inovador e novos tratamentos faciais para rugas, desenvolvidos especificamente para o público brasileiro. A inovação continua sendo o principal foco da ISDIN, que busca oferecer soluções avançadas que sejam aceitas e respeitadas globalmente, tanto por consumidores quanto por dermatologistas.

Autor

Gustavo Fleming Martins

Relacionados

InovaçãoNegócios

Sua inovação precisa de uma inovação

Nem as empresas mais disruptivas estão imunes à disrupção. Vejamos o Google, que passou anos organizando o mundo a partir de busca e performance, até ver a OpenAI redefinir a interface de acesso ao conhecimento com modelos generativos; a NVIDIA deixou de ser “fornecedora de hardware” para se tornar a espinha dorsal de uma nova economia baseada em inteligência, atravessando setores inteiros sem pedir licença. Não estamos mais falando de sermos inovadores, mas de sabermos quando e como mudar o próprio jogo.

Por Andrea Dietrich
InovaçãoNegócios

Preço vende, mas atenção escala

mudado um comportamento, uma rota, uma decisão de compra. E o posto de gasolina me deu esse caso antes de qualquer outro setor. Parecia improvável. O dono de posto opera com margens que exigem precisão cirúrgica em cada decisão. Cada centavo do fundo de gasolina é contado duas vezes antes de ser gasto. É o setor que mais entende o custo real de uma escolha errada. Quando ele acredita em algo, é porque calculou. Quando ele muda, é porque o número mudou primeiro.

Por Richard Albanesi