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LinkedIn Testa Feed de Vídeos Curtos Inspirado no TikTok para Aumentar Engajamento

Por Gustavo Fleming Martins··2 min de leitura
LinkedIn Testa Feed de Vídeos Curtos Inspirado no TikTok para Aumentar Engajamento

Novo recurso visa atrair criadores de conteúdo profissional e fortalecer o aprendizado na plataforma com vídeos de curta duração

O LinkedIn, rede social voltada para conexões profissionais e desenvolvimento de carreiras, está testando um novo feed de vídeos curtos semelhante ao formato popularizado pelo TikTok. O recurso, que foi confirmado pela empresa, surge como uma tentativa de aumentar o engajamento na plataforma e facilitar a descoberta de conteúdo relevante para o público corporativo. O novo feed, acessível por meio de uma aba "Vídeos" na barra de navegação do aplicativo, permite que os usuários deslizem verticalmente por vídeos curtos, curtam, comentem ou compartilhem o conteúdo.

A decisão do LinkedIn, que pertence à Microsoft, de introduzir um feed dedicado a vídeos curtos reflete uma tendência crescente entre as principais plataformas digitais, como Instagram, YouTube e Snapchat, que adotaram formatos similares após o sucesso global do TikTok. No entanto, ao contrário dessas plataformas, o LinkedIn mantém seu foco em conteúdo voltado para carreiras e desenvolvimento profissional, alinhando o novo recurso aos interesses de sua base de usuários.

O LinkedIn identificou que os vídeos se tornaram um formato desejado por seus usuários, especialmente para aprendizado com profissionais e especialistas. O recurso ainda está em fase inicial de testes, e a maioria dos usuários não tem acesso ao feed por enquanto. A empresa não divulgou detalhes sobre o algoritmo que determina quais vídeos serão exibidos, mas espera-se que a funcionalidade ajude criadores de conteúdo a expandirem seu alcance na plataforma, compartilhando insights sobre crescimento de carreira, busca de emprego e desenvolvimento profissional.

Embora o novo feed ofereça novas oportunidades para criadores de conteúdo, há também a possibilidade de monetização futura do recurso, o que poderia atrair ainda mais profissionais para publicar vídeos no LinkedIn. Contudo, alguns usuários podem não receber a novidade de forma positiva, uma vez que já enfrentam a saturação de feeds de vídeos curtos em outras plataformas.

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Gustavo Fleming Martins

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