Artigos

Comprar uma nova Impressora ou perder um cliente?

Por Marco Marcelino··1 min de leitura

A crise está atingindo praticamente todos os setores da nossa economia, apresentando, entre suas consequências, várias ofertas e condições para comprar ou trocar equipamentos de impressão. E por que este momento pode ser mais que uma boa oportunidade? Bom, tomando como base um fato ocorrido com um empresário de São Paulo, pode-se chegar à conclusão de que a prática de deixar de investir pode custar bem mais caro do que se imagina. Nossa intenção com este artigo é apenas constatar um fato real. E, se para você esse tipo de situação fizer algum sentido, talvez seja um bom momento para refletir e repensar suas escolhas.

No final de dezembro em uma grande empresa do setor foi fechado um grande pedido para sublimação de banners em tecido sintético. Como o foco da empresa é impressão digital solvente e UV, ela apenas possuía um equipamento antigo para a sublimação. Pelas contas feitas pelo tal empresário, o prazo se estenderia, mas valendo-se do relacionamento com o cliente e sabendo que a campanha era fracionada, a princípio não viu problemas em atender ao pedido, até porque valor do mesmo estava bem acima da média de mercado. Então, à primeira vista, tudo poderia ser realizado de forma tranquila. Porém, logo nos primeiros dias de trabalho já chegou a notícia de que a qualidade da impressão não ia muito bem. Como eu estava acompanhando a instalação de uma impressora UV, o empresário comentou comigo o problema.

“Eu até pensei em comprar um equipamento, na época, para atender o cliente, mas com essa crise decidi que o melhor era mesmo esperar”, comentou ele.

Segundo o seu raciocínio... 

Por Marco Marcelino 

Autor

Marco Marcelino

Relacionados

Artigos

O preço invisível da energia

Há uma ilusão perigosa nos debates econômicos. A de que energia elétrica é apenas mais uma conta a ser paga no fim do mês. Não é.

Por Gustavo Fleming Martins
Artigos

Aprendizagem organizacional como vantagem competitiva

Está cada vez mais evidente que a vantagem competitiva dos negócios em 2026 mudou de lugar. Não está mais em quem tem a melhor tecnologia, o melhor produto, o melhor preço. Está em quem consegue evoluir mais rápido que o próprio contexto. O desafio agora é traduzir essa intuição em prática nos negócios e a tradução exige uma definição mais precisa do que estamos chamando de aprendizagem organizacional.

Por Andrea Dietrich
Artigos

Agilidade não é mais diferencial

Quando você reúne marketing, branding, comportamento humano, produção e cadeia de suprimentos na mesma mesa, algo inevitável acontece: as narrativas se cruzam. E, quando isso acontece, padrões emergem. O que ficou evidente ali não foi uma tendência isolada. Foi um novo modelo operacional.

Por Eduardo Cristian