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Intuição: acreditar e treinar para ter!
Por Marco Marcelino··2 min de leitura

Perceba, amigo leitor: todo grande empreendedor tem uma intuição aguçada. Alguém que se baseie somente na razão e no conhecimento consolidado terá poucas chances montar um negócio inovador e lucrativo.
A intuição pode ser representada como uma ponte. Ela geralmente busca informações no passado, determina a decisão no tempo presente e influencia o futuro.
A intuição não depende de imposições morais nem de técnicas. Está mais ligada ao sentimento e à crença. Guiar-se pela intuição muitas vezes exibe coragem e desprendimento.
Existe uma frase do artista francês Jean Cocteau que expressa esse arrojo: “ele não sabia que era impossível; foi lá e fez”.
A intuição é valiosa para quem vai investir US$ 2 bilhões num estaleiro e também para quem pretende montar um café no shopping do bairro.
Os especialistas estudaram tanto o assunto que até conseguiram definir diferentes tipos de intuição:
A primeira categoria é a do raciocínio simples, que nem é notado pela mente. É a intuição, digamos, do óbvio. É assim que as mães, mesmo de primeira viagem, impedem os filhos de bater a cabeça nas quinas dos móveis, sempre em movimentos ligeiros.
A segunda é aquela da prática. O atacante do time “sabe” exatamente onde a bola será lançada em determinada circunstância do jogo. Assim, sem pensar, coloca-se ali para concluir o lance. Um desses mestres foi Pelé. Outro deles é o argentino Messi.
A terceira é aquela associada à resolução de problemas complexos. Sem fórmulas ou raciocínios sequenciais e organizados, chegamos diretamente à resposta certa. Nesses casos, o subconsciente parece fazer sozinho o serviço, adiantando-se à demanda.
Muitos cientistas parecem trabalhar deste modo. Um dos maiores gênios humanos, Albert Einstein, adorava falar sobre o assunto.
- Não existe nenhum caminho lógico para a descoberta das leis do universo. O único caminho é a intuição.
Isso não quer dizer que ele desvalorizava a pesquisa. Muito pelo contrário. Significa que, em determinado momento, após muito estudo, alguma estrutura do cérebro processava sozinha os dados coletados.
Há ainda quem creia em um quarto tipo de intuição: a paranormal. Nesse caso, a dica ou orientação nos chega como um sopro. É a intuição premonitória, interpretada das mais diversas formas pela ciência e pelas religiões.
Não importa a forma. Cada indivíduo sente a intuição de uma maneira diferente. Ela é a soma de diversos fatores...
Por Marcelo Ponzoni
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Marco Marcelino
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