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Liderança para quem acha que não tem nada a ver com isso.

Por Marco Marcelino··2 min de leitura
Liderança para quem acha que não tem nada a ver com isso.
Quero expor para você al­guns assuntos relacionados a liderança, supervisão, exemplo, construção de bases, crescimento profis­sional e visão de futuro. Muito do que eu for expor aqui possivel­mente já exista de certa maneira inserida em suas memórias, mas o intuito é de reativar alguns conceitos e experiências. Para que se compreenda a minha intenção com este texto e para que se tenha um melhor aproveitamento das minhas colocações, terei que voltar um pouco no tempo. Desde os meus primeiros ímpetos em­preendedores, ficou bem claro que o meu crescimento só se daria caso eu tivesse a capacidade de terceirizar as minhas funções para que o meu tempo fosse, a cada momento, tendo mais relevância estratégica do que operacional e que também tivesse a capacidade de gerir uma pessoa na função desejada para que as coisas acontecessem de maneira fluida. Na teoria, é muito fácil ter esta com­preensão, mas, na prática, este é sem dúvida o maior desafio em se construir uma engrenagem formada por pessoas e que possam dar continuidade de maneira orgânica, atribuindo ainda a esta difícil tarefa a soma de tantos desejos de cultura, comportamento, atitudes e entregas das quais pensamos necessitar acontecer. Pare um instante e rapidamente irá perceber a dificuldade em fazer com que tantos pratos fiquem equilibrados e girando simultaneamente. Olhando por este prisma, é algo praticamente impossível de se fazer, mas nós, empre­endedores, desafiamos esta impossibili­dade e tentamos a duras penas construir uma engrenagem capaz de se equilibrar concomitantemente aos exercícios do aprendizado e crescimento. Ser líder parece algo físico do ponto de vista operacional, mas na realidade é uma tarefa da qual se necessita muito e muito tempo de testes e mais testes para que os nossos desejos se tornem eficientes, eficazes e, principalmente, sustentáveis nas mãos dos liderados. Construir esta pirâmide de cartas não se trata simplesmente de um querer, ou de uma vontade, trata-se de uma vocação que condiz com as nossas essências em transformar algo solo numa orquestra harmoniosa e, neste sentido, como fazer e o que é preciso fazer no dia a dia... Por Marcelo Ponzoni Para continuar lendo este texto, clique no banner abaixo.
Autor

Marco Marcelino

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