Inovação|Inteligência Artificial

SoftBank avança para mega-investimento na OpenAI em nova rodada

Por Gustavo Fleming Martins··1 min de leitura
SoftBank avança para mega-investimento na OpenAI em nova rodada
Parceria bilionária pode redefinir o futuro da inteligência artificial

A SoftBank negocia um investimento significativo na OpenAI, marcando um possível novo capítulo na relação entre as empresas. Em 2020, a gigante japonesa tentou investir US$ 1 bilhão na OpenAI, mas a empresa optou por um acordo com a Microsoft, que oferecia não apenas capital, mas também infraestrutura computacional.

Cinco anos depois, com a OpenAI avaliada em aproximadamente US$ 260 bilhões, a SoftBank volta à mesa de negociações. A proposta envolve um investimento em duas fases. Na primeira, a empresa japonesa pretende aportar até US$ 40 bilhões, sendo que a OpenAI terá controle sobre quais investidores poderão participar da rodada.

Na segunda fase, a SoftBank destinará entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões ao projeto Stargate, uma iniciativa de infraestrutura desenvolvida em parceria com o governo dos Estados Unidos. A OpenAI, por sua vez, comprometeu-se a igualar qualquer valor investido no projeto. O Stargate prevê um investimento total de US$ 500 bilhões, garantindo que toda a capacidade computacional seja destinada exclusivamente à OpenAI.

As negociações avançaram rapidamente nos últimos meses, com o CEO da SoftBank, Masayoshi Son, e o CEO da OpenAI, Sam Altman, discutindo os detalhes. No entanto, um ponto crítico permanece sem solução: a OpenAI ainda não formalizou um compromisso para utilizar os data centers do Stargate, condição essencial para a construção dos primeiros servidores.

Autor

Gustavo Fleming Martins

Relacionados

Inovação|Inteligência Artificial

Veo 3 do Google pode dar início à era dos “mundos jogáveis”?

A recente provocação de Demis Hassabis, CEO da DeepMind, acendeu uma faísca: estaria o Veo 3, novo modelo de geração de vídeo do Google, no caminho para criar mundos jogáveis por IA? O comentário, feito de forma quase casual no X (antigo Twitter), logo gerou especulações sobre os próximos passos do Google em direção a ambientes simuláveis e interativos, algo que pode revolucionar os videogames, a prototipagem e até os mundos imersivos empresariais.

Por Gustavo Fleming Martins